Governo

Lula critica independência do Banco Central e defende interferência na economia

Em entrevista à Record, presidente questionou os resultados da independência do BC. Também afirmou compromisso com responsabilidade fiscal, geração de empregos e redução da inflação.

Por Saulo Bezerra · 16 de setembro de 2026 · 10h33
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Ilustração de Lula com as mãos unidas diante de documentos e pilhas de moedas, com um edifício e a bandeira brasileira ao fundo.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou a independência do Banco Central durante entrevista à Record na terça-feira, 15 de setembro. Segundo relato da Agência Estado, ele defendeu maior poder de interferência do presidente da República na economia.

Lula afirmou que a independência da instituição não resolveu os problemas econômicos e vinculou a condução da economia à autoridade do governante eleito.

CRÍTICA AO BANCO CENTRAL

Ao questionar os resultados do modelo, Lula declarou que o presidente eleito deveria ter “o poder de interferir na economia”.

A declaração expressa a posição política do presidente. O relato consultado não apresenta uma medida concreta para alterar a autonomia do Banco Central.

RESPONSABILIDADE FISCAL

Na mesma entrevista, Lula afirmou que pretende manter responsabilidade fiscal. Argumentou que o desequilíbrio das contas prejudica principalmente a população pobre e citou a gestão de seus primeiros mandatos.

EMPREGO, RENDA E INFLAÇÃO

Ao falar sobre um eventual quarto mandato, o presidente apontou como objetivos o crescimento econômico, a redistribuição de renda, a valorização do salário mínimo e a geração de empregos de qualidade.

Também defendeu a redução da inflação. As declarações indicam prioridades apresentadas na entrevista, sem detalhar novas medidas para alcançá-las.